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domingo, 2 de maio de 2010

Perguntar é viver

Vô!? Num vô!?


A história de
todas as grandes civilizações galácticas tende a atravessar três fases distintas e identificáveis ― as da sobrevivência, da interrogação e da sofisticação, também conhecidas como as fases do como, do por que e do onde.
Por exemplo, a primeira fase é caracterizada pela pergunta: Como vamos poder comer?
A segunda, pela pergunta: Por que comemos?
E a terceira, pela pergunta: Aonde vamos almoçar?

A bem da verdade é que não percebem
os, mas a lista de perguntas ocupando nossos pensamentos é infindável.

Que horas são? Levo o guarda-chuva? Será mesmo que Fulana me ama? Atendo o telefone ou aperto o ignorar? Entro online ou invisível?

Nossas questões cotidianas são normalmente tão comuns que muitas vezes passam despercebidas. Mas se pararmos um pouco, talvez nos espantemos como somos questionadores.

O questionamento faz parte da nossa necessidade de saber mais e explorar mais além, para que vivamos e o façamos da melhor maneira. E é o sentimento da curiosidade que move a maior parte dos nossos questionamentos.

Cu
riosidade: necessidade humana de saber mais sobre nós mesmos e sobre o que nos rodeia.

Questões: ideias que guiam nossa curiosidade em direção as respostas.


Por isso, o questionamento é parte fundamental da vida humana. Fundamental porque todos temos a necessidade de saber quem somos e por que vivemos.

Ok, mas e a filosofia?


A filosofia, num sentindo muito simples, diz respeito ao exercício da curiosidade e ao de fazer perguntas.



Nesse sentido, todos nós temos um "que" de filósofo...

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